Eu poderia ser bem legal nesse meu comentário sobre o retorno do Rouge, entretanto, eu me vi muito mais pensando em: isso ainda funciona? Do que alegre pelo retorno da formação original da banda.

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Essa postagem poderia se resumir assim: Meu deus, que emoção. O Rouge está de volta. Com sua formação original. Bailando e cheias de cor. Amei.

Não deixa de ser verdade que eu gosto e gostei da volta das meninas, mas eu fiquei mais pensando se elas não acertarem a mão e esse retorno virar só uma coisa de fã, ou pior, só uma piada mesmo.

Por que, convenhamos, a música “Bailando” tem tudo o que o Rouge já foi um dia e talvez para um retorno é ótimo porque vai lá na nossa nostalgia.

E quando a questão for faze o que o Brasil escuta hoje? Será que vai dar certo? Se o novo single já fosse trazendo essa expectativa: ok, ótimo. Mas não.

Atualmente nós, que gostamos do pop nacional, sabemos que as meninas do Rouge terão de beber da fonte de Anitta (principalmente), Pabllo Vittar, Ludmilla e por aí vai. Não consigo acreditar que vai, mas torço que sim.

Até o próximo passo, ficamos com a nostalgia de “Bailando”: